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Como os furacões se formam?

13 de setembro de 2017 Nenhum comentário

Os furacões são nada mais do que tempestades violentas com grande poder de destruição. Um furacão pode conter ventos com velocidade de mais de 200 km/h e inundar cidades em minutos. Recentemente existiu três furacões ativos no Oceano Atlântico (Kátia, José e Irma) e um deles causou grande destruição por onde passou. O furacão Irma secou oceanos, deixou milhões sem energia elétrica e destelhou milhares de casas. Mas afinal, como os furacões se formam? Confira a resposta.

Como os furacões se formam?

Como os furacões se formam não tem grande mistério. Esse fenômeno se forma nos oceanos e são nada menos do que ciclones tropicais, parecidos com tufões. A origem desses fenômenos é semelhante ao da chuva, pois existe vaporização de ar. Diferente deles, os furacões podem durar mais de uma semana e possuem ventos com mais de 200 km/h. Eles são considerados como um dos fenômenos com grande poder de destruição.

Como um furacão se forma

Ar quente dos oceanos sobe e altera a pressão atmosférica da região (Fonte da imagem: NASA)

Um furacão costuma se formar em áreas há poucos ventos e água quente. Geralmente isso acontece próximo a linha do Equador, pois essa região é famosa por ventos fracos e água do oceano bastante quente. Um furacão é formado quando o ar aquecido do oceano sobe para o céu, deixando a superfície do mar com menos pressão. Quando isso acontece, o ar frio daquela região invade essa área que era do ar quente. Com isso, o ar frio também acaba se aquecendo, sobe aos céus em movimentos circulares –  por isso que eles possuem formato cônicos.

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Assim que o ar quente sobe, o ar que existe ao seu redor ainda continua ocupando espaço onde existe baixa pressão. Quando o ar quente esfria totalmente com bastante água em sua composição, imediatamente é formado uma nuvem no céu. Um grande sistema de nuvens acaba surgindo e para não perder forças, esse sistema se alimenta pelo calor do oceano e pela água que é evaporada da superfície.

Quando a tempestade começa a girar mais de pressa, surge um grande buraco localizado no meio da tempestade, conhecido como “olho de furacão”. Essa região é a parte mais fraca do fenômeno, pois a pressão atmosférica é baixa. Como a pressão atmosférica nessa parte é baixa, o ar com pressão maior tende a subir e a descer por esse “canal”.

A destruição em massa

A grande destruição começa quando o furacão chega ao litoral. Como a velocidade do vento é muito grande, o furacão começa a destruir e arrancar tudo o que ver pela frente. A escala Saffir-Simpson classifica os furacões em cinco categorias. A  mais baixa dela, a Categoria 1,  agrupa os furacões com ventos de 119 km/h a 153 km/h; já a Categoria 5 reúne furacões com ventos acima de 249 km/h.

Irma sugou mar em Bahamas logo quando passou. Fonte da imagem: HuffPost Brasil.

A devastação de um furacão só não é maior porque eles perdem velocidade quando atingem o solo e água fria. Quando chegam ao interior, a velocidade dele é muito menor que quando estavam no litoral e no oceano.

Furacões podem atingir a América do Sul

Muito comuns nas Américas Central e do Norte, também existe possibilidade de um furacão atingir a América do Sul. Um exemplo é o Catarina, que atingiu a região sul em 2004. O Catarina deixou grandes estragos em Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Como os furacões se formam

Furacão Catarina. Por Jeff Schmaltz, MODIS Land Rapid Response Team at NASA GSFC.

Furacão e tornado não são a mesma coisa

É preciso lembrar que tornado e furacão não é a mesma coisa. Eles são fenômenos diferentes e possui a grande diferença na região onde são formados. O furacão é formado no oceano; já o tornado é formado na terra. Além disso, o tornado é visto a olho nu, pois os furacões são grandes demais para isso.

Fonte: Brasil Escola | Tecmundo


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Bruno Pinheiro

Formado em Administração e criador do Manual dos Curiosos, Bruno Pinheiro é apaixonado por sites e curiosidades. É o autor de todos os textos publicados no Manual dos Curiosos até agora.

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